Compartilhando

Quando eu escrevi o livro "O ser magra no corpo gordo: A incoerência entre ser e estar", PUBLICADO PELA EDITORA ZIAN - SP, tinha apenas por objetivo compartilhar minhas mudanças e mostrar que podemos ser aquilo que pensamos.A partir do meu emagrecimento - perdi 19 kg -, minha vida foi sofrendo transformações maravilhosas e eu parei de fumar, equilibrei meu sono, adaptei um novo modo de me exercitar, melhorei minha relação com as pessoas que não estão por acaso na minha vida e criei um campo totalmente favorável para mil outras coisas que estão prestes a acontecer na minha vida. Sou tudo aquilo em que mergulho de cabeça e coração.Estimulada pela minha mudança e o desejo de outras pessoas de mudar, resolvi adaptar meu método para ajudar outras pessoas. Mas para que ele seja realmente uma prova de que podemos mudar sem qualquer esforço que não seja o mental, preciso validá-lo.Criei acomunidade do Orkut " Emagrecer sem sacrifícios" e este blog como um campo de pesquisa. Venha e comece a ser realmente FELIZ!

17 de out de 2010

De volta

Como disse na minha comuna do Orkut, "Emagrecer sem sacrifícios", sou um grande laboratório de mim mesma. Gosto de experimentar um pouco de tudo que escuto dizer que faz bem, mas logicamente se a intuição diz que faz sentido.
Então, depois destes 3 anos sem alterar significativamente minha imagem de magra, procuro agora descobrir o que pode tornar minha vida mais saudável e promover meu bem-estar.
Já tinha escrito que um dos meus grandes pulos-do-gato foi compreender que o intestino preguiçoso altera muito nossa relação com a comida, porque inconscientemente procuramos mais comida para provocar uma reação do organismo e eliminar as toxinas que nos fazem muito mal. Depois que adotei uma dieta à base de cereais e verdes, meu intestino fica na boa durante muito tempo e minha necessidade de comer besteiras diminuiu consideravelmente. É testar e conferir.
Mas a minha última descoberta tem me ajudado muito a ter uma vida mais equilibrada e percebi que joguei fora muitas reações emocionais que eram resultado da minha alimentação.
A gente sabe, mas leva muito tempo para deixar a ficha cair: o leite faz mal a 98% dos seres viventes adultos.
Não tive grandes problemas físicos, mas tive insônia, inchaços, ventre inchado e outros.
Não nos custa nada fazer uma experiência se corremos o risco de descobrir que a vida pode ser bem melhor e bem mais leve.
A meus clientes peço que façam uma experiência de quinze dias sem o leite e alguns de seus derivados e estou surpresa com os resultados.
Uma das minhas pacientes tinha uma dor de estômago crônica e vivia à base de remédios apesar de ter apenas 24 aninhos. Para ela, bastou uma semana sem leite para estar mais animada, energizada e livre dos remédios. Ver para crer.

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